terça-feira, 15 de setembro de 2015

NOSSA TERRA, NOSSA HISTÓRIA DO JEITO QUE É DITO.

 Foto de Aracoiaba - Ceará
Foto tirada da Caixa D'água da Cagece por Francisco De Assis em 2009.


Nossa terra, nossa história do jeito que é dita

Autor: Antônio Sebastião Cruz Lima (Tião)


Venho falar de minha terra do jeito

que nos falam.

Falando de nossa história

do jeito que falam.

Baseei-me pela fala e não pela

escrita.



Aracoiaba é o teu nome do canto

dos passarim.

Ao progredir tá lá no hino é o

povo que grita SIM!



Venho falar de minha terra do jeito

que nos falam.

Falando de nossa história

do jeito que falam.

Baseei-me pela fala e não pela

escrita.



Nós temos aqui a Pedra Aguda

encantada no sertão.

Toda cheia de mistérios é

referencia pra avião.



Venho falar de minha terra do jeito

que nos falam.

Falando de nossa história

do jeito que falam.

Baseei-me pela fala e não pela

escrita.



Aqui tivemos tantos nomes que

amaram esse torrão.

Vou citar um grande deles, o

saudoso Salomão.



Venho falar de minha terra do jeito

que nos falam.

Falando de nossa história

do jeito que falam.

Baseei-me pela fala e não pela

escrita.



O trem rendeu tantas histórias

que encanta tanta gente.

Trouxe gente importante até

Getúlio, o presidente.



Venho falar de minha terra do jeito

que nos falam.

Falando de nossa história

do jeito que falam.

Baseei-me pela fala e não pela

escrita.



Aracoiaba é tão extensa, do pé de

serra ao sertão.

As minhas palavras não

demonstram como eu amo esse torrão.



Venho falar de minha terra do jeito

que nos falam.

Falando de nossa história

do jeito que falam.

Baseei-me pela fala e não pela

escrita.



Eu já ia me esquecendo; mais

espia seu menino.

De citar o nome dele,

o canoeiro Marcelino.



Venho falar de minha terra do jeito

que nos falam.

Falando de nossa história

do jeito que falam.

Baseei-me pela fala e não pela

escrita.



Pra encerrar falo de hoje, que tem

coisa que ainda presta.

Aqui tem coisa que me orgulha, por

exemplo a nossa Orquestra.



Venho falar de minha terra do jeito

que nos falam.

Falando de nossa história

do jeito que falam.

Baseei-me pela fala e não pela

escrita.



Não estudei suficiente pra

escrever tudo certim.

Mas falei a nossa história como

falaram pra mim.



Venho falar de minha terra do jeito

que nos falam.

Falando de nossa história

do jeito que falam.

Baseei-me pela fala e não pela escrita.


O poema foi escrito por Antônio Sebastião Cruz Lima, Reside na localidade de Caninhas em Aracoiaba. Conhecido como Tião, é Músico da Orquestra Municipal de Aracoiaba (saxofonista), mecânico de motos, poeta popular e bastante cômico naquilo que faz. Segundo o mesmo a inspiração para a elaboração desse poema surgiu na madrugada do dia 15 de setembro de 2015. O referido poema foi postado conforme original.  
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